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Citações Selecionadas do Osho sobre o Amor

Citações Selecionadas do Osho sobre o Amor

O Amor É Nutrição Em Si Mesmo
“Sua pergunta é, ‘Você poderia falar sobre a arte de nutrir-se com amor? ‘ Não há arte porque não há necessidade de nenhum esforço. O Amor éa nutrição. Mas a humanidade tem sido tão confundida por seus líderes que ela não conhece o centro mais íntimo do seu próprio ser. O amor é a nutrição em si mesmo. Quanto mais você ama, mais achará espaços não visitados onde o amor vai se espalhando continuamente ao seu redor como uma aura.
“Mas esse tipo de amor não tem sido permitido por nenhuma cultura. Elas têm forçado o amor por um túnel muito pequeno: você pode amar a sua esposa, sua esposa pode amar você; você pode amar seus filhos, pode amar seus pais, pode amar seus amigos. E as culturas enraizaram duas coisas tão profundamente em cada ser humano. Uma é que o amor é algo muito limitado – amigos, família, filhos, marido, esposa. E a segunda coisa que elas têm insistido é que existem muitos tipos de amor.
"Você ama de um jeito quando ama seu marido ou sua esposa; então tem que ter outro tipo de amor quando ama seus filhos, e um outro tipo de amor quando ama seus idosos, sua família, seus professores, e um outro tipo de amor para os seus amigos. Mas a verdade é que o amor não pode ser categorizado do jeito que tem sido durante toda a história da humanidade. 
“A razão porque todas as culturas têm insistido nessa categorização é que elas têm muito medo do amor, porque se há o amor existencial, ele não conhece fronteiras – então não se pode colocar Hindus contra Maometanos, ou Protestantes contra Católicos. Não se pode desenhar uma linha dizendo que não pode amar uma pessoa porque ela é Judia, Chinesa. Os líderes do mundo querem dividir o mundo, mas para dividi-lo eles têm que fazer a divisão básica que é a do amor.”
 
Osho, Om Mani Padme Hum: The Sound of Silence, the Diamond in the Lotus, Talk #20
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Sentimentos Não São Pedras, Eles São Como Rosas
“Existem três níveis no indivíduo humano: sua fisiologia, seu corpo; sua psicologia, a mente; e seu ser, seu ser eterno.  O amor pode existir nestes três planos, mas a qualidade dele será diferente. No plano da fisiologia, o corpo, ele é simplesmente sexualidade. Você pode chamá-lo de amor, porque a palavra amor parece ser poética, bonita. Mas noventa e nove por cento das pessoas estão chamando o sexo de amor. O sexo é biológico, físico. Sua química, seus hormônios – toda matéria está envolvida nele...
“Somente um por cento das pessoas conhece um pouco mais profundamente. Poetas, pintores, músicos, dançarinos, cantores, têm uma sensibilidade tal que podem sentir além do corpo. Eles podem sentir as belezas da mente, as sensibilidades do coração, porque eles próprios vivem nesse plano.  Mas um músico, um pintor, um poeta vive num plano diferente. Ele não pensa, ele sente. E porque ele vive em seu coração, ele pode sentir o coração da outra pessoa. Isto é comumente chamado de amor. Isto é raro. Eu estou dizendo somente um por cento talvez, esporadicamente.
“Porque tantas pessoas não estão se movendo para o segundo plano se ele é tremendamente belo? Existe um problema: qualquer coisa muito bela é também muito delicada. Não é uma armadura, é feita de vidro muito frágil. Uma vez que um espelho tenha caído e quebrado, não tem nenhum modo de remontá-lo. As pessoas têm medo de se envolver e tocar as camadas delicadas do amor, porque neste estágio o amor étremendamente belo mas também tremendamente mutável. Sentimentos não são pedras, eles são como rosas..."
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“Poetas são conhecidos, artistas são conhecidos por se apaixonarem quase todos os dias. O amor deles é como uma rosa. Enquanto ela está lá ela é tão perfumada, tão viva, dançando no vento, na chuva, no sol, afirmando sua beleza. Mas ao anoitecer ela pode ir embora, e você não pode fazer nada para impedi-la. O mais profundo amor do coração é como uma brisa que vem em seu quarto, traz seu frescor, ela é amena, e depois se vai. Você não pode segurar o vento em seu punho fechado com suas mãos. Muito poucas pessoas são tão corajosas para viver uma vida de momento a momento, uma vida mutante. Por isso, elas decidiram viver um amor no qual elas podem depender.
“Eu não sei qual tipo de amor você conhece – muito provavelmente o primeiro tipo, talvez o segundo. E você tem medo de que se você chegar em seu ser, o que acontecerá com seu amor? Certamente ele vai embora – mas você não será um perdedor. Um novo tipo de amor aparecerá o qual talvez só aparece em uma pessoa em milhões. Este amor só pode ser chamado de amorosidade.” 
Osho, From Death to Deathlessness, Talk #17
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Somente O Amor E Seu Fracasso Podem Atirá-lo Para Dentro
“Eu sou a favor do amor. Tenho estado ensinando toda a minha vida a favor do amor. A razão é estranha, mas eu sou um homem excêntrico. Eu tenho estado ensinando a favor do amor porque sei que a menos que você chegue no ponto crucial, onde o outro é o inferno, você nunca se tornará religioso. Eu não sou pelo amor. Todo o meu esforço é pela religião.
“As pseudo religiões apenas lhe dão fórmulas prontas, e eu quero dar-lhe a real experiência - a qual não posso dar... eu somente posso mostrar o caminho. Posso explicar-lhe como acontece, e depois deixá-lo livre para experimentar se você quiser. Se o amor não tiver fracassado, você ainda não está adulto o suficiente para a religião. Você é menor de idade. Qualquer que seja a sua idade isso não importa; pode ser sessenta, pode ser setenta, não importa. S você ainda está esperando que o amor possa ter êxito, então você ainda é menor de idade. Mas se você chegou a compreender isso totalmente, que é contra a natureza das coisas, que a existência não funciona deste jeito...Você é você, o outro é outro.
“Se você quiser saborear a existência, não é via o outro, é um salto direto dentro de você mesmo. É via você mesmo, através de você.E somente o amor e seus fracassos podem jogá-lo para dentro. Nada mais pode atirá-lo para dentro, porque tudo mais está muito abaixo do amor.”
 
Osho, From Unconsciousness to Consciousness, Talk #27
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Ame A Si Mesmo
“Nós começamos com um dos mais profundos sutras do Gautama o Buda: ‘Ame a si mesmo...’
“Exatamente o oposto tem sido ensinado a você por todas as tradições do mundo, todas as civilizações, todas as culturas, todas as igrejas. Elas dizem: “Ame os outros, não ame a si mesmo.” E há uma certa estratégia esperta atrás desse ensinamento.
“Amor é o alimento da alma. Exatamente como a comida é para o corpo, assim é o amor para a alma. Sem comida o corpo é fraco, sem amor a alma é fraca. E nenhum governo, nenhuma igreja, nenhum interesse assumido, jamais quis que as pessoas tenham almas fortes, porque uma pessoa com energia espiritual está destinada a ser rebelde.
“O amor faz de você um rebelde, revolucionário. O amor lhe dá asas para voar alto. O amor lhe dá percepção para coisas, tanto que ninguém pode enganá-lo, explorá-lo, oprimi-lo. E os sacerdotes, os padres, pastores, bispos, cardeais e os políticos sobrevivem somente do seu sangue – eles sobrevivem somente pela exploração. Todos os clérigos, pastores, bispos, etc... e todos os políticos são parasitas.
“Para fazê-lo espiritualmente fraco eles acharam um método certeiro, cem por cento garantido, que é ensina-lo a não amar a si mesmo. Se um homem não pode amar a si mesmo ele certamente não pode amar mais ninguém. O ensinamento é muito ladino. Eles dizem “Ame os outros” porque sabem que se não pode amar a si mesmo, você não pode amar os outros. Mas eles continuam dizendo “Ame os outros, ame a humanidade, ame a deus, ame a natureza, ame sua esposa, seu marido, seus filhos, seus pais, mas não ame a si mesmo” – porque amar a si mesmo é egoísmo de acordo com eles.
 
“Eles condenam o amor-próprio mais que qualquer outra coisa – e eles têm feito seus ensinamentos parecerem muito lógicos. Eles dizem: “Se você amar a si mesmo se tornará um egoísta; se amar a si mesmo, se tornará um narcisista.” Isso não é verdade. Um homem que ama a si mesmo declara que nele não há ego. É amando os outros sem amar a si mesmo, tentando amar os outros que o ego aparece.
“Os missionários, os reformadores sociais, os servidores sociais, têm os maiores egos no mundo – naturalmente, porque se julgam seres humanos superiores. Eles não são comuns: pessoas comuns amam a si mesmas; eles amam os outros, amam ideais maiores, amam a deus. E todo o amor deles é falso, porque todo o amor deles não tem nenhuma raíz.  Um homem que ama a si mesmo dá o primeiro passo para o amor real.”
Osho, The Dhammapada: The Way of the Buddha, Vol. 5, Talk #5
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O Amor Real É Capaz De Estar Só
“A pessoa pode estar em profundo amor e ainda asiim estar só. De fato, a pessoa só pode ser solitária quando está em profundo amor. A profundidade do amor cria um oceano ao seu redor, um profundo oceano, e você se torna uma ilha, totalmente sozinho. Sim, o oceano continua jogando suas ondas em suas margens, mas quanto mais o oceano bate com suas ondas em suas praias, mais integrado você fica, mais enraizado, mais centrado você está. O amor tem valor somente porque ele lhe dá solidão. Ele lhe dá espaço suficiente para você estar por si só.
“Mas você tem uma ideia sobre o amor; essa ideia está criando problema – não o amor em si, mas a ideia. A ideia é que, no amor, os amantes desaparecem um no outro, se dissolvem um no outro. Sim, há momentos de dissolução – mas essa é a beleza da vida e de tudo o que é existencial: que quando os amantes se dissolvem um no outro, esses são os mesmos momentos em que se tornam bem conscientes, bem alertas. Esta dissolução não é um tipo de embriaguez, esta dissolução não é inconsciente. Ela traz imensa consciência, ela libera imensa percepção. Por um lado eles são dissolvidos – por outro lado pela primeira vez eles percebem sua absoluta beleza em ser solitário. O outro os define, suas solitudes: eles definem o outro. E eles são gratos um ao outro. É graças ao outro que foram capazes de ver cada um a si mesmo; o outro se torna um espelho no qual são refletidos. Os amantes são espelhos um para o outro. O amor o faz consciente de sua face original.
 
“Portanto, parece muito contraditório, paradoxal, quando se diz dessa forma: “O amor traz solidão.” Você estava pensando todo o tempo que o amor traz união. Eu não estou dizendo que não traga união, mas a menos que você esteja só você não pode estar junto. Quem vai estar junto? Duas pessoas são necessárias para se estar junto, duas pessoas independentes são necessárias para estarem juntas. Uma relação será rica, infinitamente rica, se ambas as pessoas são totalmente independentes. Se eles são dependentes um do outro, isso não é uma união – é uma escravidão, uma prisão.
“Se eles são dependentes um do outro, apegados, possessivos, se não permitem um ao outro estarem sozinhos, se não permitem um ao outro espaço suficiente para crescer, eles são inimigos e não amantes; são destrutivos um ao outro, não estão se ajudando mutuamente a achar suas almas, seus seres. Que tipo de amor é esse? Pode ser apenas medo de estar só; portanto estão apegados um ao outro. Mas o amor real não conhece nenhum medo. O amor real é capaz de estar só, totalmente só, e a partir desta solidão cresce uma união."
Osho, The Dhammapada: The Way of the Buddha, Vol. 2, Talk #4
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O Amor Não Precisa De Nenhuma Referência
“O amor não precisa de nenhuma referência – esta é a beleza e a liberdade do amor. O ódio é uma prisão. É aprisionamento – imposto a você sobre você mesmo. E o ódio cria ódio, o ódio provoca ódio. Se você odeia alguém, você está criando ódio para você mesmo no coração daquela pessoa. E todo o mundo existe no ódio, na destrutividade, na violência, no ciúme, na competitividade.  As pessoas estão em cima dos pescoços umas as outras ou de fato, realmente, agindo, ou ao menos em suas mentes; nos seus pensamentos todo mundo está matando, assassinando. Por causa disso nós criamos um inferno nesta bela terra – a qual poderia ter se tornado um paraíso.
“Ame, e a terra se torna um paraíso de novo. E a imensa beleza do amor é que não precisa de nenhuma referência. O amor vem de você sem nenhuma razão. É a sua efusão de êxtase, é o compartilhar do seu coração. É o compartilhar da canção do seu ser. E compartilhar é tão prazeiroso – então a pessoa compartilha. Apenas por compartilhar, sem nenhum outro motivo.
“Mas o amor que você conheceu no passado não é o amor do qual Buda tem falado ou que eu estou falando. Seu amor não é nada mais do que o outro lado do ódio. Logo, seu amor tem referência: alguém foi bonito para você ontem, ele foi tão agradável que você sente grande amor por ele. Isso não é amor; esse é o outro lado do ódio – a referencia prova isso. Ou alguém será agradável com você amanhã: o jeito como ele sorriu, a maneira como falou com você, a maneira como o convidou para sua casa amanhã – ele vai ser amável com você. E um grande amor surge.
 
“Esse não é o amor sobre o qual Buda fala. Isso é ódio disfarçado de amor – e é assim que seu amor pode se tornar ódio a qualquer momento. Arranhe uma pessoa um pouquinho e o amor desaparece e o ódio surge. Não é nem siquer muito abaixo da pele. Mesmo os chamados grandes amantes estão continuamente brigando, continuamente apertando o pescoço um do outro – censurando, destrutivos. E as pessoas pensam que isto é amor...
 
“Seu amor não é realmente amor: é exatamente o oposto. É ódio disfarçado de amor, camuflado de amor, posando de amor. O amor verdadeiro não tem nenhuma referência. Ele não pensa nos ontens, nem nos amanhãs. O amor verdadeiro é uma emanação espontânea de prazer em você e o compartilhar disso, o extravasar disso – sem nenhuma outra razão, por nenhum outro motivo, do que apenas pelo prazer de compartilhá-lo.”
 
Osho, The Dhammapada: The Way of the Buddha, Vol. 1, Talk #1
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O Amor Basicamente É Um Estado De Ser
“A coisa real não é um relacionamento mas um estado; a pessoa não ama, mas é amor. Toda vez que eu falar sobre amor relembre disso: estou falando sobre o estado de amor. Sim, relacionamento é perfeitamente bom, mas ele vai ser falso se você não tiver atingido o estado de amor. Assim o relacionamento não é só uma pretensão, mas uma perigosa pretensão, porque ele pode ir enganando você: pode continuar lhe dando a noção de que sabe o que é amor, e você não sabe. O amor basicamente é um estado de ser: a pessoa não está amando, a pessoa é amor.
“E esse amor surge não ao apaixonar-se por alguém. Esse amor surge indo para dentro – não caindo mas elevando-se, voando muito alto, mais alto do que você. É um tipo de ultrapassagem. Um homem é amor quando seu ser é silencioso: é a canção do silêncio. Um Buda é amor, um Jesus é amor – não em amor com uma pessoa em particular, mas simplesmente amor. Seu próprio clima é amor. E não é endereçado a alguém em particular, é espalhado em todas as direções. Qualquer um que chegue perto de um Buda o sentirá, será inundado por ele, será banhado nele. E ele é incondicionalmente assim.
“O amor não dá nenhuma condição, nenhum ‘se’, nenhum ‘mas’. O amor nunca diz ”Preencha esses requisitos, então eu te amarei.” O amor é como respirar: quando acontece você é simplesmente amor. Não importa quem chegue perto de você, o pecador ou o santo. Quem quer que chegue perto de você começa a sentir a vibração do amor, é alegrado. O amor é doação incondicional – mas somente aqueles que têm são capazes de dar."
 
Osho, The Guest, Talk #5
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A Primeira Onda De Amor Tem Que Ser Em Torno De Si Mesmo
“O amor saudável de si mesmo tem um enorme valor religioso. A pessoa que não ama a si mesma não será capaz de amar a ninguém mais, jamais. A primeira onda de amor tem que surgir no seu coração. Se ela não tiver surgido para você mesmo ela não pode surgir para ninguém mais, porque todos estão bem distantes de você.
“É como atirar uma pedrinha no lago silencioso – as primeiras ondas surgirão ao redor da pedrinha e depois elas vão se espalhando até as margens mais distantes. A primeira onda de amor tem que ser ao redor de você mesmo. Uma pessoa tem que amar seu próprio corpo, tem que amar sua própria alma, amar sua própria totalidade.
“E isso é natural: senão você não seria capaz de sobreviver de jeito nenhum. E é bonito porque isso embeleza você. A pessoa que ama a si mesma se torna graciosa, elegante. A pessoa que ama a si mesma é destinada a se tornar mais silenciosa, mais meditativa, mais devotada do que a pessoa que não ama a si mesma.
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“Se você não ama a sua casa você não a limpa; se não ama a sua casa não a pinta; se não a ama não a circunda com um belo jardim, com uma lagoa de lótus. Se você se ama, criará um jardim ao redor de si mesmo. Tentará aumentar seu potencial, tentará demonstrar tudo o que está dentro de você para ser expressado. Se você ama, continuará banhando a si mesmo, nutrindo a si mesmo.
“E se ama a si mesmo, ficará surpreso: os outros amarão você. Ninguém ama uma pessoa que não ama a si mesma. Se não pode nem amar a si mesmo, quem mais vai se importar? E a pessoa que não ama a si mesma não pode permanecer neutra. Lembre-se, na vida não há neutralidade.”
 
Osho, The Secret, Talk #18
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O Relacionamento Destrói O Amor
“O relacionamento é uma estrutura, e o amor não é estruturado. Então o amor se relaciona, certamente, mas nunca se torna um relacionamento. O amor é um processo momento a momento. Lembre-se disso. O amor é um estado do seu ser, não um relacionamento. Existem pessoas amorosas e pessoas não amorosas. Pessoas não amorosas fingem ser amorosas através do relacionamento. Pessoas amorosas não precisam ter qualquer relacionamento – o amor é suficiente.
“Seja uma pessoa amorosa ao invés de estar em um relacionamento – porque os relacionamentos acontecem um dia e desaparecem noutro dia. Eles são flores: de manhã elas florescem, ao anoitecer elas se vão.
“Seja uma pessoa amorosa.
“Mas as pessoas acham muito difícil ser uma pessoa amorosa, então elas criam um relacionamento – e se iludem de que ‘Agora sou uma pessoa amorosa porque estou em um relacionamento’. E o relacionamento pode ser apenas monopólio, possessividade, exclusividade.
“O relacionamento pode ser apenas por medo, pode não ter nada a ver com amor. Pode ser apenas um tipo de segurança – financeira, ou alguma coisa mais. O relacionamento é necessário somente porque o amor não esta lá. O relacionamento é um substituto.
“Fique alerta! O relacionamento destrói o amor, destrói até mesmo a possibilidade de seu nascimento.”
 
Osho, Walk Without Feet, Fly Without Wings and Think Without Mind, Talk #8
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Sem Amor, A Vida Fica Sem Poesia
“Um medo maior do que o da morte o domina sempre que você está amando. É por isso que o amor tem desaparecido do mundo. Raramente, muito raramente acontece o fenômeno do amor vir ao mundo. O que você chama de amor é apenas uma moeda falsa: você a inventou porque é muito difícil viver sem amor; é difícil porque sem amor, a vida não tem significado; ela fica sem sentido. Sem amor, a vida fica sem poesia. Sem amor, a árvore existe mas nunca floresce. Sem amor, você não pode dançar, não pode celebrar, não pode sentir-se grato, não pode orar.  Sem amor, os templos são apenas casas comuns; com amor uma casa comum é transformada, transfigurada em um templo. Sem amor, você permanece apenas uma possibilidade – gestos vazios. Com amor, pela primeira vez você se torna substancial. Com amor, pela primeira vez, a alma surge em você. O ego cai e a alma surge...
“Ir na direção do amor é mover-se para um abismo. A pessoa começa a vacilar, sente vertigem. Ir para um pico no Himalaia e olhar para baixo, para o vale; aquele vale é o nada. Quando você olha para baixo, para o vale do amor, um tremendo medolhe domina. Está quase paralisado: não pode fugir, não pode saltar. Você simplesmente treme num medo infinito. O que fazer? Voltar não é possível porque o amor atrai; o amor invoca a sua profundidade, o amor invoca o seu futuro, invoca a sua potencialidade; o amor lhe dá um vislumbre do que você pode ser. Não pode fugir disso e não pode dar o salto porque o custo é muito alto. Terá que abandonar a si mesmo – tudo o que tem pensado ser – a imagem, o passado, a identidade.
“Mas eu lhe digo, o custo parece ser grande somente antes do salto. Uma vez que tenha dado o salto... daí saberá que o que quer que tenha abandonado não é nada, e o que você alcançou é infinitamente valioso. Deixe-me contar-lhe um paradoxo: o amor exige que abandone aquilo que não tem, e lhe oferece o que já tem. O amor quer que você se livre daquilo que você não tem.”
Osho, Come Follow to You, Vol. 4, Talk #6
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O Amor É Uma Porta
“Se houver paixão no amor, o amor se tornará o inferno. Se existir apego no amor, o amor será uma prisão. Se o amor não tiver paixão ele se tornará o paraíso. Se o amor não tiver apego então o amor, em si mesmo é divino.
“O amor tem ambas as possibilidades. Você pode ter paixão e apego no amor: então é como se tivesse amarrado uma pedra ao redor do pescoço do pássaro, logo ele não pode voar. Ou como se você tivesse colocado o pássaro do amor numa gaiola dourada. Por mais preciosa que a gaiola seja – ela pode ser enfeitada com diamantes e jóias – uma gaiola ainda é uma gaiola e ela destruirá a capacidade do pássaro de voar.
“Quando você remove a paixão e o apego do amor, quando o seu amor é puro, inocente, informal, quando você dá amor e não pede, quando o amor é somente uma doação, quando o amor é um imperador, não um mendigo; quando você fica feliz porque alguém aceitou o seu amor e você não negocia o amor, não pede nada em troca, você está liberando o pássaro do amor para o céu aberto: está fortalecendo as asas dele. E este pássaro pode seguir na jornada para o infinito.
“O amor tem feito pessoas caírem e também tem feito pessoas elevarem-se. Depende do que você tem feito com o amor. O amor é um fenômeno muito misterioso. É uma porta – de um lado está o sofrimento, do outro lado está o êxtase; de um lado está o inferno, do outro lado o paraíso; de um lado o sansara, a roda da vida e da morte, do outro lado está a liberação. O amor é uma porta.
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“Se você só conheceu um amor cheio de paixão e apego, então quando Jesus diz ’Deus é amor’, você não será capaz de entender. Quando Sahajo começa a cantar canções de amor você ficará muito desconfortável: “Isso não faz sentido! Eu também amei mas só recebi miséria em troca. Em nome do amor colhi somente uma coroa de espinhos, nenhuma flor nunca floresceu para mim.” O outro amor parecerá ser imaginário. O amor que se torna devoção, que se torna prece, que se torna liberação, parecerá apenas um jogo de palavras.
“Você também conheceu o amor – mas quando o conheceu achou somente um amor cheio de paixão e de apego. O seu amor não era realmente amor. Ele era somente uma cortina para esconder a paixão, apego e sexo. Do lado de fora você o chamava de amor, do lado de dentro era algo mais. Qual era o seu desejo quando estava amando uma mulher ou um homem? – seu anseio era sexual e o amor era somente uma decoração exterior.
“Se você procura profundamente dentro de si mesmo verá que o seu amor é somente uma palavra, as labaredas do desejo sexual estão queimando dentro dela. Mas não é aceitável expressar aquelas chamas para alguém diretamente, é necessário diplomacia. Então diz para a mulher da qual quer gozar o corpo que você ama a sua alma. Você nem mesmo conhece a sua própria alma, como pode conhecer a alma do outro? Mas as pessoas que estão cheias de cobiça pelo corpo falam sobre a alma. O desejo delas é gozar o corpo do outro mas elas falam sobre a beleza interior.”
Osho, Showering without Clouds,  Talk #2
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O Mundo Abandonará As Guerras Somente Quando O Amor Entrar No Mundo De Novo
“A família é contra o amor. Você deve ter ouvido que a família é a origem do amor, mas eu lhe digo que a família é contra o amor. A família só tem sido possível existir matando o amor, ela não tem permitido o amor acontecer.
“A sociedade não permite o amor porque se uma pessoa está realmente em profundo amor ela não pode ser manipulada. Você não pode mandá-la à guerra; ela dirá: estou tão feliz! Aonde está me mandando? E porque eu deveria ir e matar estranhos que podem estar felizes em seus lares? E nós não temos conflitos, nenhum choque de interesses...
“Se a geração mais jovem se mover mais e mais profundamente no amor, as guerras desaparecerão porque você não será capaz de achar um número suficiente de pessoas loucas para irem à guerra. Se você ama, você saboreou alguma coisa da vida;você não gostaria da morte e de matar pessoas. Quando você não ama, não saboreou algo da vida, você ama a morte.
“O medo mata, quer matar. O medo é destrutivo, o amor é uma energia criativa. Quando você ama você quer criar – você talvez goste de cantar uma canção, ou pintar, ou criar poesia, mas não poderia pegar uma baioneta, ou uma bomba atômica e sair correndo loucamente para matar pessoas que são absolutamente desconhecidas por você, que não lhe fizeram nada: elas são tão desconhecidas por você como você para elas.  
“O mundo abandonará as guerras somente quando o amor entrar no mundo de novo. Os políticos não querem que você ame, a sociedade não quer que você ame, a família não lhe permite amar; eles todos querem controlar a sua energia amorosa porque esta é a única energia que existe. É por isso que existe medo.
“ Se você me entende bem largue todos os medos e ame mais, e ame incondicionalmente – e não pense que você está fazendo algo para os outros quando você ama, você está fazendo algo por si mesmo. Quando você ama é benéfico para você. Então não espere; não diga que quando os outros amarem você amará – esta não é a questão.
“Seja egoísta. O amor é egoísta. Ame as pessoas – você será preenchido através disto, você estará ganhando mais e mais bênçãos através disto.
“E então quando o amor se tornar mais profundo o medo desaparece; o amor é a luz, o medo é escuridão.”
 
Osho, Talking Tao, Talk #2
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O Amor É O Único Significado
“Realmente, quando você se apaixona você perde a razão completamente. Este é o motivo pelo qual dizemos que o homem ‘cai’ em amor. Cai de onde? Cai da cabeça para o coração. Nós usamos este termo de condenação ‘cair em amor’, porque a cabeça, a razão, não pode olhar para isto sem condenar. Isto é uma queda. O amor é realmente uma queda ou é uma elevação? Você se torna mais com ele ou se torna menos? Se expande ou se encolhe? Com amor você se torna mais. Seu estado de consciência é maior, seu sentimento é maior; sua sensação de êxtase é maior, sua sensibilidade é maior. Você fica mais vivo, mas uma coisa se torna menor: o raciocínio é menor. Você não pode explicar o amor com a razão; ele é cego. De acordo com os conceitos da razão, ele é cego. O coração tem sua própria razão – isso é outra coisa – e o coração tem seus próprios olhos, mas isso é outra coisa. Os olhos da razão não estão lá, portanto a razão diz que é uma queda: você caiu.
“A menos que o centro do coração comece a funcionar de novo o homem não será capaz de amar, e toda a miséria da vida moderna é porque a menos que ame, ele não pode sentir nenhum significado nesta vida. A vida parece sem sentido. O amor lhe dá sentido; o amor é o único sentido. A menos que seja capaz de amar você ficará sem sentido, e sentirá que está existindo sem nenhum significado, futilmente, e o suicídio se tornará atraente. Então você gostará de se matar, acabar consigo mesmo, terminar, porque qual é a finalidade de existir? 
 
“A mera existência não pode ser tolerada. A existência deve ter um sentido; senão qual é a utilidade? Porque ir prolongando a si mesmo desnecessariamente? Porque ir repetindo o mesmo padrão a cada dia? Sair da cama e fazer a mesma coisa, de novo ir dormir e no próximo dia o mesmo padrão: para quê?
 
“Você tem feito isso até agora, e o que aconteceu? E continuará fazendo a menos que a morte venha e o liberte do seu corpo. Então, qual é a utilidade? O amor dá sentido. Não que através do amor algum resultado ou algum resultado venha a ser ou algum objetivo – não! Através do amor cada momento se torna valioso em si mesmo. Então você nunca pergunta isto. Se alguém pergunta qual é o sentido da vida, saiba bem que está faltando o amor. Sempre que alguém pergunta qual é o sentido da vida ele está perguntando porque ainda não foi capaz de florescer numa experiência de amor. Quando alguém está amando ele nunca pergunta qual é o sentido da vida. Ele sabe o significado; não precisa perguntar. Ele conhece o significado! O significado está lá: o amor é o significado na vida.”
 
Osho, The Book of Secrets,  Talk #44
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Um Homem Que Está Preenchido Com Amor Está No Paraíso
“Sem amor a pessoa permanece sozinha, separada do centro da existência. Sem amor cada um é uma entidade isolada, sem qualquer conexão com outros de sua espécie. Hoje, o ser humano se acha totalmente solitário. Nós todos estamos isolados uns dos outros, presos dentro de nós mesmos. Isto é como estar numa sepultura. Mesmo se ele está vivo, o humano é um cadáver.
“Você vê a verdade no que eu estou dizendo? Você esta vivo? Você sente o fluxo do amor nas suas veias? Se não sente esse fluxo, se a vibração do amor cessou em seu coração, então você deve entender bem que não está realmente vivo de jeito nenhum.
“ Uma vez eu estava numa viagem e alguém me perguntou qual a palavra no vocabulário  humano era a mais valiosa. Minha resposta foi amor. O homem ficou surpreso. Ele disse que esperava que eu dissesse alma ou deus. Eu ri e disse 'Amor é Deus.'
“Elevando-se no raio do amor alguém pode entrar no iluminado reino de Deus. É melhor dizer que amor é Deus do que dizer que a verdade é Deus, porque a harmonia, a beleza, a vitalidade e o êxtase, que são partes do amor, não são partes da verdade. A verdade é para ser conhecida; o amor é para ser sentido tanto quanto ser conhecido. O crescimento e a perfeição do amor levam para a suprema união com Deus.
“A maior pobreza de todas é a ausência de amor. O humano que não desenvolveu a capacidade de amar vive num inferno privado, próprio. Um humano que está preenchido com amor está no paraíso. Você pode ver o humano como uma maravilhosa e única planta; uma planta que é capaz de produzir néctar e veneno, ambos. Se um humano vive no ódio, ele colhe uma safra de veneno; se vive em amor, ele junta flores carregadas de néctar.” 
Osho, The Long, the Short and the All,  Talk #6
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Amar E Necessitar De Amor São Duas Coisas Diferentes
“Preencha a sua vida com amor. Mas você dirá: ‘Nós sempre amamos’. E eu lhe digo que você raramente ama. Você pode estar ansiando por amor... e há uma vasta diferença entre os dois. Amar e necessitar de amor são duas coisas muito diferentes. A maioria de nós permanece como crianças toda a nossa vida porque todos estão procurando amor. O amar é uma coisa muito misteriosa: o ansiar por amor é uma coisa muito infantil. Crianças pequenas querem amor; quando a mãe lhes dá amor elas crescem. Elas também querem o amor dos outros e a família as ama. Então quando ficam mais velhas, se são maridos, querem amor de suas esposas; se são esposas, querem amor de seus maridos.
“E qualquer um que quer amor sofre, porque o amor não pode ser pedido; o amor só pode ser dado. No querer não há certeza de que você o receberá. E se a pessoa de quem espera receber amor também espera recebê-lo de você, isso é um problema. Será como dois mendigos se encontrando e mendigando juntos. Em todo o mundo existem problemas maritais entre maridos e mulheres, e a única razão é que ambos esperam amor um do outro, mas são incapazes de dar amor.
 
“Pense um pouco sobre isso – sua constante necessidade de amor. Você quer que alguém o ame, e se alguém o ama você se sente bem. Mas o que não sabe é que o outro o ama somente porque ele quer que você o ame. É exatamente como alguém jogando isca para peixe: ele não joga a isca para o peixe comer; a joga para fisgar o peixe. Não quer dar a isca para o peixe, somente o faz porque quer o peixe. Todas as pessoas que você vê amando ao seu redor estão somente jogando iscas para ganhar amor. Elas jogarão a isca um tempo, até que outra pessoa comece a sentir que há a possibilidade de ganhar amor desta pessoa. Daí ela também começa a demonstrar algum amor, até finalmente eles compreenderem que ambos são mendigos. Cometeram um engano: cada um pensou que o outro fosse um imperador. E com o tempo, cada um percebe que não está conseguindo nenhum amor do outro, e é quando a fricção começa.”
 
Osho, The Path of Meditation,  Talk #3
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