Livro
- also available as eBook (English) Livro (English) Também conhecida como
Originalmente Publicado Como: Maturity: The Responsibility of Being Oneself

Osho Livro: Maturidade

 

Availability: In stock

R$0,00
Compra de

Maturidade

A Responsabilidade de Ser Você Mesmo
Um livro que nos mostra o que é amadurecer ao invés de simplesmente envelhecer.

Numa cultura que valoriza a juventude e determinada a evitar a velhice a todo custo, Osho nos mostra o que é amadurecer ao invés de simplesmente envelhecer. Este livro trata tanto de nossos relacionamentos como da realização de nosso destino. Um senso de humor sem igual está presente em todas as em todas as do livro, com uma profunda compaixão e compreensão a respeito de como é fácil nos distrairmos e nos afastarmos do profundo significado e objetivo de nossas vidas, o qual é, acima de tudo, florescermos num natural amadurecimento individual, com uma atitude de celebração e alegria.
 
 
Livro - Detalhes Capítulo Títulos
 
Cultrix-Pensamento (Brazil)
853160690X
192
Títulos de capítulos em breve ...
 
 
 
Extraído de: Cap:Definições
“Há uma grande diferença entre maturidade e envelhecimento, uma diferença enorme, e as pessoas sentem-se sempre muito confusas. As pessoas pensam que envelhecer é amadurecer – mas o envelhecimento diz respeito a corpo. Toda a gente envelhece, toda a gente ficará velha, mas não necessariamente amadurecida. A maturidade é um crescimento interior.

Você não tem de fazer nada para envelhecer, o envelhecimento é algo que acontece fisicamente. Cada criança nasce, envelhecerá com o passar do tempo. A maturidade é algo que você traz para a sua vida – tem origem na consciência. Quando uma pessoa envelhece com plena consciência, essa pessoa amadurece. O envelhecimento juntamente com a consciência, e a vivência das experiências mais a consciência significa maturidade.

Você pode viver a experiência de uma coisa de duas maneiras. Pode simplesmente viver essa experiência como se estivesse hipnotizado, inconsciente, sem prestar atenção ao que está acontecer; a coisa aconteceu mas você não está lá. Não aconteceu na sua presença, você estava ausente. Você apenas passou por ela, ela nunca o tocou. Não deixou em si nenhuma marca, você não aprendeu nada com ela. Talvez a experiência tenha ficado na sua memória, porque, num certo sentido, você estava presente, mas ela nunca se transformou na sua sabedoria. Então você está a envelhecer.

Mas se você trouxer a qualidade da consciência para uma experiência, essa mesma experiência torna-se maturidade.

Há duas maneiras de viver: uma é viver num sono profundo – então você envelhece, torna-se mais velho, continua a morrer, é tudo. Toda a sua vida será uma morte longa e lenta. Mas se trouxer a consciência para as suas experiências – seja o que for que você faça, seja o que for que lhe aconteça, você estará atento, vigilante, cuidadoso, saboreará as suas experiências, tentará compreender-lhes o sentido, tentará penetrar na sua própria profundidade; seja o que for que lhe aconteça, você tentará vivê-lo intensa e totalmente – e então isso deixará de ser um fenómeno superficial. Bem dentro de sai algo está a mudar. Você está mais atento. Se tal experiência for um erro, você nunca mais a repetirá.

Uma pessoa amadurecida nunca comete o mesmo erro duas vezes. Mas uma pessoa que é apenas velha continuará a cometer sempre os mesmos erros, vezes sem conta. Vive num círculo; nunca aprende nada. Você zangar-se-á hoje, zangou-se ontem e anteontem, e amanhã vai zangar-se e o mesmo acontecerá também depois de amanhã. Você zanga-se vezes sem conta, e vezes sem conta você toma a firme decisão de que isso não voltará acontecer. Mas essa decisão não faz qualquer diferença – sempre que o incomodam, a ira toma as rédeas e você fica possesso; volta a cometer o mesmo erro. Você está a envelhecer.

Mas se viver plenamente uma experiência de ira, nunca mais se zangará. Basta uma só experiência para você aprender que é uma parvoíce, que é um absurdo, que é simplesmente uma estupidez – que não é um pecado, é unicamente uma estupidez. Está a prejudicar-se a si e aos outros para nada. A coisa não merece isso. Então você está a amadurecer. Amanha a situação poderá repetir-se, mas a cólera não se repetirá. E um homem que está a amadurecer não toma uma decisão de que não se zangará novamente, não – isso é um sinal de um homem que não está a amadurecer. Um homem maduro nunca toma decisões quanto ao futuro; a própria maturidade se encarregará disso. Você vive hoje – essa própria vivência decidirá como será o amanhã; este decorrerá daquele.” Osho
>>

On Coisas Essenciais para a Vida

 
 

Email this page to your friend